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Belo Horizonte, 1967: mudanças de ares dois anos depois

Belo Horizonte, 1967: mudanças de ares dois anos depois

BELO HORIZONTE, 1967: MUDANÇAS DE ARES DOIS ANOS DEPOIS. RUA LAVRAS, 225 - CARMO SION. COLÉGIO MARISTA D. SILVÉRIO.

Depois de estudar dois anos em Salvador, resolvi me mudar para BH, indo estudar também num Colégio Marista, desta vez no Dom Silvério. Na Bahia, eu era interno e em BH era semi-interno, mas com regalia de um quarto (era o nº 62) com banheiro privativo. Para ir para a aula era só descer do 3º andar para o térreo, onde eu estudava o 1º ano “Científico”. Fazia minhas refeições na pensão da Dona Lourdes, na Rua Alagoas, a uns cinco quarteirões do colégio.

Aos finais de semana, saia para as casas dos florianenses Cortez e Do Carmo, Licínio e Dehize, Luiz e Socorro. Lá encontrava colegas florianenses: Fernando, Ana Maria, José Joaquim Almeida, Ana Maria Nunes, Rosita Miranda, Tião Martins, Marilia e Tereza Ester Almeida. Esse foi o motivo pelo qual me mudei para BH: a grande quantidade de florianenses para me encontrar, o que não tinha na Bahia.

Foto da pág. 70

1968: juventude em BH.

DOREBA

Foto da pág. 71

Teodoro e “Beja” (Carlos Benjamin Reis Kalume), com Mustang em BH — out/1968.

Foto da pág. 71

Volta ao Colégio Dom Silvério, BH

Visitando o Colégio Dom Silvério, onde estudei em 1967/68. E o tempo vai passando, fato de mais de meio século atrás. Estou mesmo ficando velho, ou melhor, idoso, como dizem atualmente. Visita aproveitando a ida à cidade para o casamento do Felipe, filho de Zé Horácio e Socorrinha Costa.