Amigos e parentes bem mais velhos que eu
AMIGOS E PARENTES BEM MAIS VELHOS QUE EU E QUE TINHAM MUITA CONSIDERAÇÃO POR MIM E EU POR ELES Desde a minha infância, eu gosto de conviver com pessoas mais velhas, algumas das quais são inclusive meus parentes. Com esses é que eu início a relação abaixo:
1. Alderico Guimarães Carvalho: meu tio materno, um cidadão muito bem conceituado por toda a cidade de Floriano. Era um autodidata, pois estudou só o primário e escrevia bem, lia muito e era um exímio contador, nas empresas de que era sócio ele era quem fazia a contabilidade ou orientava ajudantes a executá-la. Na nossa empresa, quando cheguei formado em 1974, também me ajudou muito, principalmente na feitura dos levantamentos mensais. Particularmente estava ao meu lado (e de todos da família) quando tínhamos um problema a resolver. Muitas estórias de Floriano que aprendi foram contadas por ele. Orientou-me a ser um cidadão de bem. Minha esposa Socorro define muito bem sua personalidade: “Foi a pessoa mais perto da perfeição que conheci em minha vida”. Morreu em 19/01/2006, com 94 anos. Era mais velho que eu 38 anos, ele de 07/08/1913 e eu de 26/06/1951.
2. Luiz Ferreira Sobral: nascido em 16/10/1932, meu tio pelo lado de papai. Era outro com quem eu gostava muito de conversar. Foi ele quem mandou fazer o carimbo da minha primeira firma quando eu tinha só nove anos: “Empresa de Revistas Juvenis de Teodoro F. Sobral Neto”. Gostava muito de 1r para a fazendas dele para conversamos. Quando se foi em 26/10/2019, com 86 anos, senti muito. Quando fui estudar na Bahia, em 1965, saía nos fins de semana para o apartamento dele.
3. Eliete Guimarães: a minha tia por parte de mãe, foi minha segunda mãe, me protegeu muito; quando era preciso era mais austera comigo do que mamãe, mas adivinhava meu pensamento quando eu queria ganhar um presente. Foi minha professora no 4º e 5º anos primário. 07-11-1922/11-05-2002.
4. João Luiz Guimarães: meu tio por parte de mãe, como não era casado me tinha como um filho. Quando iniciei a ampliação do Laboratório Sobral, vendeu-me dois dos seus terrenos para pagar num prazo bem dilatado, o que me ajudou bastante. Contava-me as estórias antigas de Floriano, algo de que eu gostava muito. Antes de ser fiscal de rendas do Estado, foi dono da Livraria São João, pioneira em Floriano. Fez vários loteamentos: Bosque Stanta Terezinha, na Beira Rio; Do Amparo, no bairro São Borja; Morro do Tiro, no bairro Campo Velho; e também no bairro Sambaíba, onde se localiza o Posto Fiscal dos Pontões. Nasceu em 30/04/1920 e faleceu em 25/06/1990, aos 70 anos. Gerenciei por vários anos sua empresa Serraria São João, ocasião em que a ampliei bastante e consegui, naquele período, pagar um empréstimo que ele havia feito, tendo liberado a hipoteca do imóvel dele que tinha sido dado em garantia. Depois, com ele comprei o mesmo terreno e construí o Edifício Paulo Kalume. Ms
5. Geraldo Sobral Rocha: meu primo por parte de pai, gostava muito de conversar com ele (tomando uma cerveja), principalmente sobre política. Era muito educado e querido por todos da família e dos amigos em geral. Faleceu aos 77 anos, em 29-07-2019, deixando muita saudade. Era mais velho que eu 9 anos, ele de 4-3-1942 e eu de 26-6-1951. Funcionário concursado do Senado, tinha o hobby da atuação como cineasta, sendo muito conceituado nesse meio. A minha assinatura fiz baseada na dele, mostrando o tanto que eu o estimava.
6. Defala Atem: brincava muito comigo e eu o admirava, pois era jogador do Comércio, time pelo qual eu torcia. Transcrevo abaixo o texto que escrevi quando sua biografia foi publicada na Coleção Florianenses.
Floriano: Músicas de 1949

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"DEFALA ATÉM E EU"
Desde menininho havia entre Defala e cu uma amizade muito grande, Ele, um homem já feito, e cu um molecote, Lembro-me de que quando passava por mim dizia brincando que cra para cu namorar com minha prima Rositinha, A mesma frase dizia para ela, Era um brincalhão inveterado, Admirava-o pelo trabalho que empreendia junto a * Amplificadora Florianensc, a Voz Lídere Potente da Cidade”. Era também jogador de futebol do time do Comercio pelo qual eu torcia, político (foi vereador de 1958 a 1962), tendo sido candidato a vice prefeito na chapa perdedora da campanha de Floriano em 1962, O titular foi Francisco Gabriel Batista, Os eleitos foram Fauzer Bucar e Hermes Pacheco, Proprietário do Armazém Guanabara, da Tipografia Atem e da Fábrica de Guaraná Campeão, cujo slogan era "De inverno a verão, beba campeão”. Tudo ia bem até aquela fatídica tarde de 6 de outubro de 1964, quando cle faleceu em um desastre automobilístico chegando em S. João dos Patos-MA, em viagem de negócios. Lembro-me da veiculação, pela Amplicadora Florianensc, da noticia de sua morte. O serviço de som saiu do ar temporariamente após seu falecimento. Mais ou menos um mês depois, Albino Bento Leão da Fonseca(Binú) fez um emocionado pronunciamento onde frisou que o empreendimento de Defala tinha que seguir em frente € assim foi até mais alguns anos, Seu irmão Pedro Atem Filho, que cra seu sócio, continuou onegócio.
Neste 1º Encontro de Florianenses, quando relembramos a Floriano antiga, prestamos uma merecida homenagem ao Defala, levando ao ar novamente a Amplificadora Florianense, através da Rádio Comércio, bem como editando este cd. Com certeza, haverá muita emoção quando escutarmos músicas e propagandas antigas, já que recordar é viver novamente o passado, Floriano (P]), 05 de Julho de 2007 1º ENCONTRO DE FLORIANENSES
Dol AMPLIFICADORA né FLORIANENSE
Antes de pertencer a Defala Attem, pertenceu a Abrão Hatemal e José Dias de Freitas e, mais tarde, aos proprietários do "Cine Natal" Bento Leão e Costa, Honorato Drumond de Carvalhoe Raimundo Augusto Soares (Mundico Soares), «Asnove horas em ponto começava a sua programação com a característica " Capitão Caçula ou Sargent in Anns ou ainda Cisne Branco, Dizia o locutor: " Amplificadora Florianense, a voz lider e potente da cidade, falando para a Avenida Getúlio Vargas e Praça Coronel Borges". No horário matutino eram tocadas músicas de Emilinha Borba, Dalva de Oliveira, Dircinha e Linda Batista, Dilu de Melo, Angela Maria, Black-Out, Jorge Veiga e cantores outros como Luis Gonzaga, etc. . As 17:00 horas era iniciada a programação vespertina, As 18:00 horas era lido o texto " AsAve- Marias", na voz de Pedro Attem Filho, Zé Lavinho ou Wener Borborema, Ao final havia o bordão: "Que seja mais este dia, todo em louvor a Maria”, Em seguida vinha a parte musical, assim: Segunda-feira, Frâncico Alves - O Rei da Voz; terçafeira, Nelson Gonçalves, A Voz Romântica do Brasil; quarta-feira, Silvio Caldas, O Caboclinho Seresteiro do Brasil; quinta-feira, Orlando Silva, -O Cantor das Multid ões; sexta-feira, Augusto Calheiros e, aos sábados um pouporri com Vicente Celestino, Carlos Galhardo, Jamelão, Black-Out e outros famosos da época. Propagandas: Sabão Martins: sempre imitado, nunca igualado; Casas Pemambucanas; se 0 tecido não é marca olho, olho no tecido, Anuncio das farmácias; Elixir Iodurado, Peitoral Sertanejo e já os primeiros "jingles" de: Melhoral que dizia cantando; Melhoral / Melhoral, é melhor e não faz mal, Pílulas de Lussen, para o intestino e, comerciais das Lojas Rosimarie, Marc Jacob e Assad Kalume, Muitos chamavam a amplificadora da "A BBC do Defala” . A cantora de "Ave Maria" era Dianna Durbin, composição de Shubert. Um dia, porém, calaram, pormotivos políticos a "Voz Orgulho da Cidade" Quem Jogou o equipamento de Cima do Cine Natal na calçadafoi José Meireles tendo seu pai, Luiz Meireles a segurar a escada, Toda a tramna foi planejada por Fauzer Bucar que queria deixar a sua "Rádio Difusora de Floriano" sem concorrência, Através deum recurso na justiça, voltou a funcionar;
Josefina Demes
7. Tibério Barbosa Nunes: pessoa que eu estimava muito. No livro sobre ele escrevi, a pedido de sua filha Ana Maria, texto cujo título era “Mamãe, cadê minha bolsa d'eu ser Dr. Tibério?”
8. Nilton Ramos Camarço: bancário do Banco do Brasil, me entendia bem com ele pois torcia pelos mesmos times que eu: Vasco no RJ e o Comércio em Floriano. Era meu freguês das revistas que eu vendia; ele mantinha a coleção arrumada num guarda-roupas, até as que comprou bem antes das minhas e eu achava bonito todas aquelas revistas bem arrumadas. Casou-se com Iolanda Pereira e seu filho mais velho, Henrique, desde criança é meu amigo, bem como os demais: Ricardo, Manoel, Niltinho, Marcelo e Adriana.
9. Francisco Moreira Nunes, o popular Chico "Bolo Doce": desde minha juventude gostava de conversar com ele; depois de adulto ele me orientava nos meus negócios, pois tinha longa experiência adquirida no Banco do Brasil e no BEP, onde trabalhou. Gostar de ajudar a família e os amigos era sua grande qualidade. Lamentei que ele faleceu antes de completar 80 anos. Nasceu em Picos, em 19/09/37, e faleceu em Parnaíba, em 06/09/2005, aos 68 anos.
10. Maricildes Ferreira da Costa: 10/08/1945 — 07/03/2008 em Uberlândia - MG. Conheci-a quando, bem nova, trabalhava na Revenda Chevrolet Atemal, que ficava perto de minha casa e ela ia tomar café conosco. Muito bonita, candidatou-se a Miss Comércio e foi aclamada vencedora, bem como Miss Floriano (em 06/06/1964); ganhou o Miss Piauí em 13/06/1964, vencendo a Miss Teresina Sônia Façanha. Foi uma disputa acirrada ocorrida no Clube dos Diários em Teresina. Nossa amizade continuou mesmo quando fui estudar na Bahia em 1965 e, quando voltava de férias, sempre nos víamos. Depois de alguns namoros, Maricildes casou-se com o empreiteiro mineiro Ricardo Vieira; moraram em São Luís, Marabá e Uberlândia, que era a cidade dele. Quando eu 1a lá a negócios sempre os visitava. Minha esposa Socorro morava perto dela na Rua Castro Alves e era também sua amiga. Um detalhe: quando ela era candidata a miss e ia lá em casa, eu ia deixála na casa dela dirigindo o Gordini do papai e passei a ser chamado de “motorista da miss”, mesmo tendo só 13 anos.
11. Ivan Chaib Demes: Floriano 07/11/1943 — Brasília 20/06/2022. Conhecia-o desde criança; fomos contemporâneos na Bahia em 1965/66, ele fazendo medicina e eu o ginásio. Lá nossa amizade só aumentou. Fui visitá-lo perto dele falecer em Águas Claras — DF. Senti muito seu falecimento, pois sempre nos encontrávamos para papear sobre as novidades.
12. Adelmar Pereira da Silva: Floriano 26/03/1942 — Teresina, 20/08/2021. Igual ao Ivan, fui seu contemporâneo na Bahia, onde convivíamos sempre. Quando ele se formou em medicina voltou para Floriano, onde tornou-se um médico famoso; foi ser político e eu voteinele para prefeito e deputado.
13. Francisco Ferreira Camarço: nasceu em 03/08/1945 em Floriano; era meu vizinho, mas comecei a conviver mais com ele quando voltou de Fortaleza, em 1964, onde tinha ido morar quando seu pai faleceu. Aqui estudou e passou no concurso do BB em 1964. Foi transferido para Fortaleza em 1971 e de lá foi para instalar a Agência de Concepción no Chile. Voltou para Fortaleza onde ocupou cargo de gerente até se aposentar. Nossa amizade permanece cada vez mais sólida. Casado com Felícia Camarço, de quem sou também amigo, ótima esposa e mãe afetiva.
14. Hugo Napoleão do Rego Neto: nasceu em 31-10-1943 em Portland, Óregon, EUA, onde seu pai, embaixador de carreira, desempenhava a função de cônsul. Conheci-o em julho de 1963, em José de Freitas, onde passávamos férias. Nossa convivência aumentou quando ele se candidatou a deputado federal e eu o apresentei aos florianenses, hospedando-se em minha casa. Foi eleito depois a governador e senador e sempre o apotei.
15. Francisco Pereira da Silva (Chico Pereira): — 07-01-1936. Amizade antiga; sempre gostávamos de conversar sobre fatos engraçados; casou-se com minha prima Zalina Nunes, com o que nos aproximamos mais ainda.
16. Joaquim Nunes Portela: — 03/12/1940. Fizemos amizade quando ele, em 1964, foi trabalhar na Floriano Veículos, ao lado da casa de meus pais, e sempre conversávamos; essa amizade só aumentou ao longo do tempo e persiste até hoje.
17. Gilvan Sobral: 02-10-1941. Nossos pais, Manoel Sobral Neto e Amilcar F. Sobral, são primos legítimos e isso ajudou a nos aproximarmos. Temos muita consideração um pelo outro e sempre nos visitamos; ele mora no Rio de Janeiro e eu em Floriano, onde ele vem bastante.
18. Francisco de Paula Leite (Chico Leite): Patos — PB, 09/05/1937 - faleceu em 22/03/2016, aos 79 anos, na mesma cidade. Em 1960 ele trabalhava na empresa de seus parentes Justo Urquiza e Antonio Leitão, ao lado da casa de meus pais. Surgiu então uma boa amizade que persistiu mesmo quando fui estudar na Bahia em 1965 e ficamos nos correspondendo. Ele daqui foi morar em outras cidades, inclusive voltou para cá uns anos.
19. Rafael da Fonseca Rocha: Floriano, 04/01/1925 — Brasília, 20/07/2006. Amizade que herdei de meus pais; aumentou quando fui estudar no DF e frequentava muito a casa dele.
20. Guilhermina Coelho Rocha (Guilhi): Carolina, 04/10/1929 - Brasília, 09/08/2022.
Esposa do Rafael, era muito educada comigo e nossa amizade passou para minha esposa e filhos.
21. Benedito Ribeiro Gonçalves (Bibi): Floriano, 08/05/1936 — Teresina, 23/08/1996, aos 60 anos. Amizade iniciada quando eu era menino, pois eu frequentava muito a casa de seus pais, que eram muito amigos dos meus. Ele era vascaíno e me influenciou para ser também o que sou até hoje. Quando fui em Brasília com meus pais, em setembro de 1960, foi ele quem nos mostrou a cidade.
22. Licinio Martins de Araujo Costa: Bom Jesus — PI, 18/09/1928 / São Luiz — MA, 28/07/1984. Amigo de meu pai; quando fui estudar em BH, em 67, frequentava muito a casa dele, que sempre tratou-me muito bem, juntamente com sua esposa Dehize. Devo muito a eles, pois cheguei a morar em sua casa em 1969. Na minha formatura o convidei, algo de que ele gostou bastante.
23. Rafael Ribeiro Gonçalves: Floriano, 04/02/1942. Amizade que herdamos de nossos pais e ele, desde que eu era menino, brincava muito comigo. Amizade que só aumentou ao longo do tempo. Sempre nos comunicamos, a maior parte das vezes pelo Whatsapp.
24. Antonio Afonso Ribeiro Gonçalves: Floriano, 24/11/1944. Afilhado do meu pai; nossas famílias eram muito amigas e convivíamos muito desde que me entendo por gente. Ele trabalhou na agência de viagens aéreas de meu pai por dois anos. Sempre nos víamos quando ele vinha aqui de férias. Desde ano passado voltou a morar em Floriano.
25. Fernando Almeida e Silva: Floriano, 03/06/1939. Amizade que iniciou quando fui estudar em BH em 67 e íamos para casa da irmã dele, Do Carmo Cortez. Ele se formou em medicina e foi morar em Anápolis, Goiás. Fui aos casamentos dos filhos dele e ele os dos meus.
26. Roberto Lobo Bardavil: Fortaleza, 07/06/1943 — 22/02/2021 (com 78 anos). Comecei a conviver com ele quando, em 1963, veio do Rio Grande do Sul morar em Floriano, para trabalhar com seu avô Calisto Lobo. Convivemos muito pois sua primeira esposa era minha prima Luiza Rocha e a segunda minha amiga Maria Célia. Lamentei sua morte bastante.
27. Antonio Henrique de Carvalho Drumond: Floriano, 29-10-1938. Amizade muito grande a nossa e aumentou quando casei com Socorro e ele e sua esposa. Marcia Beatriz. deram grande apoio a nós. Nos tornamos compadres pois eles são padrinhos de nossa filha Sofia. A filha deles Sergia Beatriz é nossa médica.
28. Luciano Nunes Santos: Oeiras- PI, 10/07/1946. Fizemos amizade quando ele vinha passar férias aqui na casa de seu tio Dr. Tibério Nunes, na década de 60. Sempre que nos encontramos o papo é sobre política; ele foi deputado estadual e seu filho também.
29. Filadelfo Freire de Castro: 12/11/1926. Amizade também que herdei de meu pai, um cidadão do bem. Quando comemoramos o que seriam os cem anos de meu avô, Theodoro, pedi que ele fizesse o discurso. Fazendeiro, foi deputado estadual por 5 vezes (entre 1954 e 1974). Faleceu em 20/04/2008, aos 82 anos. MM 257.
30. Idelfonso Costa Ramos: — Floriano, 28/04/1926 — São Luiz, 10/11/2015 com 89 anos. Ele é filho do Sr. Ramos, que por muito tempo foi funcionário da Pharmacia Sobral e isso só fez meu pai, Amilcar se aproximar dele e eu, também desde menino, segui meu pai. A mesma coisa aconteceu com o filho dele, Paulo Roberto, e eu: somos muito amigos.
31. José Afonso Kalume: 24/07/1944 - somos amigos desde 1966 e convivemos bastante até hoje.
32. João Alfredo Gaze: uma pessoa muito educada e, igual a mim, gosta muito das tradições florianenses: Floriano Clube, Clube de Regatas e Comércio Esporte Clube. Foi um dos pioneiros da implementação do Núcleo Colonial do Gurguéia no Sul do Piauí.
33. Ivanilde Alves Sá de Castro: ela veio estudar do interior do Maranhão aqui em Floriano e morava na casa de minha avó, Josina Carvalho. Eu era criança essa época, mas lembro quando ela casou com Dr. Filadelfo Castro e continuou a amizade entre nossas famílias. Em 1964 ela foi minha professora de geografiam no 2º ano ginasial. A amizade continua até hojem inclusive com filha deles, Jurema Castro.
34. Maria Coeli Valente de Lima: Floriano, 18/09/1942. Já a conhecia e nossa amizade aumentou pois ela é muito amiga da Socorro e, após o casamento, passamos a conviver mais. Quando tivemos a Valéria, nossa primeira filha, a madrinha escolhida foi ela. Isso só aumentou nossa amizade. Ela, a filha e o neto se hospedam conosco aqui em Floriano.
35. Noris Rocha de Almeida: conheço-a desde que eu era menino e fui seu contemporâneo na Bahia; ela foi estudar lá bem antes que eu. Nos encontrávamos também aqui nas férias. Depois veio a Floriano no lançamento da Coleção Florianenses, quando sua família foi biografada.
36. Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva: Balsas — MA, 03/07/1936. Nossa amizade começou quando ele me procurou para ver o que eu tinha sobre a navegação do Rio Parnaíba em Floriano, pois estava escrevendo um livro sobre as bacias do Rio Parnaíba e Balsas. Nascido nessa cidade, mas como era filho de florianense, seu pai homenageou sua cidade botando Floriano em seu nome. Já escreveu alguns livros, sendo o mais famoso “Do Jumento ao Parlamento”. Funcionário aposentado Câmara dos Deputados, morou em Brasília desde 1960. E a única pessoa que passou todos os 65 aniversários da capital da República na cidade. Merece ser homenageado também por isso. Faleceu em 11/12/2025, aos 89 anos.
37. Pedro Gaudêncio de Castro: florianense que foi trabalhar muito novo no Rio de Janeiro, na década de 50, regressando em 1962; foi diretor da Secretaria da Receita Estadual, funcionário da Fazenda Reunidas Raimundo Mamede de Castro S.A., de seu Tiko; foi sócio da Comercial Constru Técnica LTDA, do ramo de material de construção. Entrou no Rotary tendo sido presidente. Mudou-se para Recife em 1970, onde passou a ser corretor de seguros. Sempre voltava a sua cidade.
-2ss B Foi candidato a prefeito em 1962 pelo MDS, sem obter vitória.
38. Cicero Coelho de Abreu Rocha: amizade que herdei de meus pais; ele era um médico muito bem conceituado aqui e em 1970 foi transferido para Brasília, tendo morado em meu apartamento até a família ir também, quando ele comprou seu apartamento. Figura muito prestativa e engraçada, que animava nossas conversas. Casado com Dona Mirian Nunes, com quem teve 6 filhos. Faleceu aos 95, após passar mais de um ano prostrado.
39. Padre Djalma Rodrigues de Andrade: veio morar em Floriano em 1958, após se ordenar em Roma. E como era um padre bem moderno, logo se tornou um líder na nossa paróquia e nos colégios onde ensinava português e religião. Comandou peregrinações estudantis, com alunos daqui e que vinham de fora. De Floriano foi para o Rio de Janeiro, onde atuou na paróquia de São Conrado, e foi professor na PUC. Faleceu no RJ, em 2024.
40. O casal José Clementino da Silva e Maria Dulce Clementino (Janete): um casal muito amigo meu e da Socorro; antes mesmo de casarem já convivíamos bastante. Minha filha Valéria tornou-se amiga da Mariana, filha deles. Quando Valéria foi estudar em Fortaleza, eles tiveram a gentileza de aceitar que ela e meu filho Igor morassem no apartamento deles. Fizemos algumas viagens para o estrangeiro juntos, o que fez com que nossa amizade só aumentasse 41. Dr. Sebastião Beethoven Brandão: 22/12/2019, Colinas (MA) - 30/04/2026, Teresina (PI). Mais uma amizade que herdei de meu pai; me aproximei dele nas reuniões do Rotary, aonde eu ia com meu pai e, a partir de fev/74, comigo já associado, conversávamos sobre política e economia. Em 1975, quando reerguemos a Associação Comercial, ele foi eleito presidente e eu seu secretário; fizemos um trabalho muito bom, inclusive concluímos a construção do prédio com auditório, que estava parada há muito tempo. O edifício desde então vem também servindo a cidade, inclusive como sede de outras associações. Empresário do ramo da indústria de babaçu com seu sócio João Calisto Lobo; também tinham Revenda Chevrolet (inaugurada em maio/1980), supermercado Vende Bem e Revenda Brahma. Sozinho fundou a rede de postos São Cristóvão que, há tempos, é dirigida por seus filhos Antonio Brandão e Trajano Brandão; têm também revenda de pneus. Muito agradeço a Dr. Beethoven quando, em julho/1966, o teto da agência de avião da Varig, da qual meu pai era agente, caiu e ele mesmo dirigindo seu carro levou os móveis para outra sala, onde ficou provisoriamente. Até seu recente falecimento (30/04/2026), com quase cem anos, continuou uma pessoa muito estimada.
42. José Nazareno Soares de Araújo: Floriano,04/04/1930 — 16/12/2020, Teresina — Fiz amizade com ele desde menino, quando fui padrinho de consagração no batizado de sua filha mais nova, Cláudia; desde então nos considerávamos como compadres. Casado com Marise Marques Martins de Araújo Costa, com quem teve 3 filhas. Advogado, foi deputado estadual, secretário de estado na gestão do governador Petronio Portela (1963/1967) e diretor do Detran.
43. Maria do Carmo Cortez: nascida em 22/12/1937 em Floriano; quando fui estudar em BH, em 1967, ia muito em sua casa aos fins de semana, onde eu era bem recebido. Casada com Francisco Mauriz Cortez (12/09/1929 — 28/07/2014) também daqui, com quem eu tomava uma cervejinha batendo um ótimo papo. Funcionário do BB, foi transferido para BH em 1963. Quando se aposentou, intensificou a representação das vendas das usinas de algodão e babaçu daqui. Foi um dileto amigo que eu sempre visitava quando 1a em BH. Fui para sua missa de 7º dia em agosto de 2014 e continuo visitando a Do Carmo quando vou a BH; ela também me visita quando vem a Floriano.
44. Raimundo Edilson Moreira Nunes (Didi): nascido em 10/07/1942, em Picos - PI. Reside atualmente em Parnaíba. Gosto muito de conversar com ele pois, igual a mim, tem paixão por escrever textos (ele foi um dos autores da biografia de seu pai, presente na Coleção Florianenses), além de ler sobre biografias. Aposentado do BB, vem sempre a Floriano, geralmente em julho.
45. Manoel Pereira de Paiva: nasceu em 04/06/1937; veio para Floriano servir no batalhão do exército, onde casou com minha prima Lisia Sobral Rocha. Gosto de conversar com ele, pois é educado e prestativo. Moram em Brasília.
46. Dr. Theodoro Ferreira Sobral: meu avó, tenho a honra de ter herdado seu nome; Nasceu em 07/01/1891 em Amarante e faleceu em Floriano em 30/06/1972, aos 81 anos. Formou-se em farmácia em 16/12/1910, com apenas 20 anos incompletos. Lamento não ter convivido mais com ele, pois fui estudar fora com 13 anos e, quando cheguei formado, ele játinha morrido.
47. Marli do Vale Reis: 30/09/1938 — Nasceu em Pimenteiras (PI) e mora em Floriano. Há muitos anos convivemos e já viajamos várias vezes 48. Luiz Martins de Araujo Costa: — 03/12/1937 — 02/11/2010 em BH. Ia muito em sua casa quando estudei em BH, ele e sua esposa me tratavam bem: Maria do Socorro Noleto. 25/11/1941 - 01/12/1922 em BH.
49. Milton Costa Sá: — São José do Peixe — 30/04/1941. Trabalhou com meu pai e comigo, honesto e amigo. Mora em Guadalupe.
50. Ernani Martins de Barros: — 25/05/1936 — Faleceu em 06/11/2020 em Uruçuí. 51. Amariles de Sousa Borba: 10/5/1943, médica de meus filhos e se tornou uma grande amiga da nossa família; mora em Teresina onde ocupou até se aposentar cargos relevantes na área de saúde.