📖
O colecionador de quê? De tudo!

O colecionador de quê? De tudo!

O COLECIONADOR DE QUÊ? DE TUDO! EU E MINHAS LOUCURAS, MINHAS LOUCURAS E EU

Desde que me entendo na vida, sempre gostei de guardar coisas: objetos eletrônicos sem uso, papéis... mas aquilo de que mais gosto são fotos em geral. Arrependo-me de muitas coisas que não guardei.

Abaixo relacionei o que me vem à cabeça, mas sei que faltarão vários itens:

e Fotos: minhas, as mais diversas, dos meus pais, da minha família, de amigos, de Floriano, do Piauí, do Brasil, de times de futebol de Floriano, de carros antigos, de aviões antigos, de casamentos e aniversários, de políticos, de comerciantes, dos carnavais, dos réveillons, da minha formatura, do meu casamento; (em 2007 fiz uma exposição com fotos dos times daqui sendo o mais antigo um da década de 20):

e Chaveiros diversos, principalmente de países que visitei, e de produtos farmacêuticos do Laboratório Sobral;

e Camisas de propagandas dos produtos farmacêuticos do Sobral e de outros laboratórios, de eventos e feiras a que compareci, de blocos de carnaval;

e Latas de cervejas e refrigerantes cheias, garrafas vazias de cervejas, de vinhos, de whiskys, de licores, de diversos outros tipos de bebidas;

e Canetas de propaganda e algumas que eu mesmo usei de marcas boas: Parker, Sheaffer;

e Bonés de propagandas;

e Maquetes de carros e de aviões antigos;

e Peças antigas de carros meus e da empresa, que são substituídas por novas e não jogo fora as velhas;

e Pneusidem: esses pinto e coloco fazendo a ornamentação na entrada da Jacylândia;

e Calotas;

e Carros antigos: tenho 28 expostos no Museu do Automóvel de Floriano, um deles é o meu primeiro Fusca, um modelo 1967, automóveis, caminhonetes, caminhões e um trator;

e Bicicletas antigas: tenho 12, uma delas é minha última, foi comprada em 1962, na casa Mark Jacob. Uma Monark Gran Premio;

e Sapatos e tênis usados (claro que não guardei todos); paletós de meu pai e meus (1dem), bonetas de propagandas;

e Telefones: fixos, sem fio (fui a primeira pessoa a ter um desse em Floriano, comprei em Manaus em 1980) e celular. Fui a primeira pessoa daqui a ter um, comprei em Teresina onde o sistema de celular já funcionava, a marca era Gradiente modelo CP 500, custou em torno de U$ 500,00, bem grande em relação aos tamanhos existentes hoje, era chamado de Tijolão. Número 86-981-1406. Oito meses depois, quando lançaram em Floriano, comprei o primeiro número 89-985-1000 e dei de presente para minha esposa Socorro Sobral. O segundo número foi o meu: 89-985-1300. Depois adquiri inúmeros modelos novos e tenho todos em exposição;

e Isqueiros de propagandas, alguns de marcas de cigarros;

e Carteiras de cigarros nacionais e importados;

e Todas as carteiras de identidade dos colégios onde estudei desde o infantil, no Educandário Santa Joana D'arc quando entrei em agosto de 1956, até me formar no CEUB em Economia, em 1973;

e Todos os cartões de créditos vencidos desde o primeiro que tive em 1978, do Bradesco Elo, até os mais recentes que venceram em 2025. Tenho também alguns de minha esposa e filhos;

e Cartões de hotéis onde me hospedei; esses claro que não são todos;

Ainda existem várias outras coisas que não relaciono pois ocuparia muito espaço neste livro.